Medicamentos não são produtos de conveniência

O Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo (CVS/SP) e o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP) alertam para os riscos da venda de medicamentos por meio de máquinas automáticas (vending machines) instaladas em condomínios.
Essa prática coloca a saúde da população em risco, pois:
- Facilita o acesso de crianças e adolescentes aos medicamentos;
- Pode comprometer a qualidade dos produtos devido ao armazenamento inadequado;
- Expõe medicamentos à luz e a variações de temperatura e umidade, reduzindo sua eficácia;
- Incentiva a automedicação, sem a orientação do farmacêutico, profissional essencial para o uso seguro dos medicamentos.
A legislação brasileira determina que medicamentos só podem ser comercializados em farmácias e drogarias devidamente regularizadas, com a responsabilidade técnica de um farmacêutico.
O Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo reforça que a assistência farmacêutica é indispensável para garantir o uso racional de medicamentos e proteger a saúde da população.
Medicamento exige orientação. Saúde não pode ser automatizada.