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Quando a violência acontece dentro da unidade, não é "fatalidade". É responsabilidade empresarial agir para prevenir, proteger e apoiar.

Um caso de violência sexual contra uma farmacêutica, um taxista assassinado e uma farmacêutica assassinada no trabalho!
Todos os três crimes ocorreram dentro de unidades da Drogaria Sao Paulo (DPSP).

E o que foi feito?
Silêncio.
Protocolos que não protegem. Medidas que não impedem.
Respostas que não chegam.

O sindicato notificou a empresa diversas vezes. A empresa sequer respondeu.


Enquanto isso, farmacêuticos trabalham dia e noite, expostos, vulneráveis, com medo dentro do próprio local de trabalho.
Quando a violência acontece dentro da unidade, não é "fatalidade". É responsabilidade empresarial agir para prevenir, proteger e apoiar.


Segurança não é custo. Proteção não é opcional. Vida não é variável de lucro.

O sindicato seguirá cobrando medidas efetivas de segurança, apoio psicológico às vítimas e responsabilidade real.
Porque farmacêutico não é descartável. Farmácia é saúde. E saúde começa pela proteção de quem cuida.