Skip to main content

Notícias

Comércio ilegal de canetas emagrecedoras cresce impulsionado pela desinformação, e aumenta riscos à saúde

Em um cenário alarmante — em que 77% da população brasileira se automedica e o Brasil lidera as buscas na internet por medicamentos como Ozempic e Mounjaro — o debate sobre uso racional de medicamentos e segurança do paciente nunca foi tão urgente.

O artigo de Claudia Pereira Galhardi (Fiocruz) e Renata Tereza Gonçalves Pereira (Unisantos), publicado no The Conversation, traz uma análise profunda e necessária sobre como a pressão estética e a desinformação nas redes sociais estão alimentando um mercado paralelo perigoso, marcado por falsificações, uso off-label sem acompanhamento e riscos sanitários graves.

O Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de São Paulo indica a leitura do artigo, que destaca o papel do farmacêutico na assistência, na orientação qualificada e na proteção da saúde pública, especialmente frente à desinformação, ao uso inadequado de medicamentos e aos riscos à segurança do paciente.

🔎 Por que essa leitura é essencial?
* A obesidade se tornou uma epidemia global, ampliando a demanda por terapias farmacológicas legítimas, como semaglutida e tirzepatida.
* A banalização desses medicamentos nas redes sociais fortaleceu um mercado ilegal, sem garantia de qualidade e sem prescrição.
* O Brasil é o 2º país que mais busca esses fármacos, cenário que impacta diretamente a saúde, especialmente de mulheres jovens.