Metas podem existir. Humilhação e ameaça não.

Pressão por metas na farmácia: quando vira assédio moral?
🚩 Vira assédio quando a cobrança vem com:
• humilhação/exposição (“ranking pra envergonhar”)
• gritos, ironias, xingamentos
• ameaças constantes (“rua se não vender”)
• impedir pausa/banheiro pra “bater meta”
Se a cobrança por resultados vira constrangimento público, grito, ironia, medo diário ou até proibição de pausa/banheiro, isso pode configurar assédio moral.
📌 Dica prática: anote data, horário, o que foi dito, quem presenciou e guarde prints/e-mails quando houver.
Se você vive isso, busque orientação: sinfar.org.br/contato/denuncia
Importante:
O SINFAR/SP é totalmente contrário a prática antiética da “empurroterapia”.
A venda a qualquer custo não coloca o bem-estar do paciente em primeiro lugar.
Ainda que existam metas, o farmacêutico tem autonomia técnica para orientar e decidir com base em critérios profissionais, priorizando a segurança e o cuidado com o paciente e isso não pode ser atropelado por metas ou pressão.