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Farmacêuticos se mantêm contrários à proposta do Sincofarma

Categoria se reuniu na sexta-feira, 10.08

13. August 2018 No último dia 10, sexta-feira, farmacêuticas e farmacêuticos compareceram a sede do SINFAR-SP, em dia marcado para mobilização da categoria. Os profissionais reunidos reiteraram seu posicionamento contrário à proposta do Sincofarma de reajuste salarial de 2%, abaixo da inflação.

O Sindicato Patronal já foi notificado que os profissionais não aceitaram a proposta e o SINFAR-SP segue com a pauta de reivindicações aprovadas em assembleias no início do ano.

" É Inaceitável que uma proposta de reajuste seja abaixo  da inflação. O SINFAR-SP prevê que além do aumento real, que é baseado nos lucros que o setor das drogarias e farmácias possuem, o índice de base seja o ICV/DIEESE, que leva em consideração outros itens essenciais de consumo. Também retirar assistência jurídica na homologação é deixar o farmacêutico sem suporte para rescisão contratual, podendo ficar sem receber o que é seu direito. Manteremos nosso posicionamento", disse Glicério Maia, presidente do Sindicato.

Reivindicação protocalada pelo SINFAR-SP
REAJUSTE 4,21 % + AUMENTO REAL DE 5%
LICENÇA MATERNIDADE DE 180 DIAS / PATERNIDADE 20 DIAS
VALE REFEIÇÃO DIÁRIO
PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS
HORAS EXTRAS – DOMINGOS E FERIADOS
REMUNERAÇÃO PROCEDIMENTOS FARMACÊUTICOS
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE

O que o Sincofarma propôs
2% de reajuste ( abaixo do índice da inflação) *
RETIRAR ASSISTÊNCIA NA HOMOLOGAÇÃO
PERÌODO DE EXPERIÊNCIA DE 60 PARA 90 DIAS

O que o Sincofarma Negou
LICENÇA MATERNIDADE DE 180 DIAS / 20 DIAS
VALE REFEIÇÃO DIÁRIO
PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS
HORAS EXTRAS – DOMINGOS E FERIADOS
REMUNERAÇÃO PROCEDIMENTOS FARMACÊUTICOS
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE
 

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SINFAR- SP reivindica ao CFF a ampliação do debate sobre insalubridade para os farmacêuticos

Entidade já obteve importantes conquistas judicialmente garantindo adicional para profissionais da área

22. August 2018
O Sindicato dos Farmacêuticos de São Paulo, em sua trajetória de mais de 70 anos, defende que a profissão de farmacêutico deva ser tratada como uma atividade insalubre, em todas as áreas de atuação.

Recentemente, o Conselho Federal de Farmácia (CFF), por ocasião de uma Comissão Multidisciplinar que agregava outras instituições, trabalhou para o estudo de aplicação do adicional de insalubridade de farmacêuticos que atuam na manipulação de quimioterápicos antineoplásicos. O trabalho culminou na elaboração do parecer técnico pela FUNDACENTRO, que indicou neste sentido ao Ministério do Trabalho, que inclua à legislação sobre a nocividade dessa manipulação ao profissional.

Assim, o SINFAR-SP protocolou parecer jurídico ao CFF, reivindicando também a necessidade de atuação sobre o tema da insalubridade para os farmacêuticos que atuam em farmácias e drogarias. 

Segundo Renata Gonçalves, secretária geral do SINFAR- SP, o sindicato já conquistou importantes vitórias em processos judiciais como, por exemplo, a fixação de insalubridade,  principalmente na aplicação de injetáveis.

"Entendemos que este trabalho desenvolvido pela entidade ao longo de anos pode indicar um caminho para o debate com o CFF e a FUNDACENTRO para tratar do tema de forma ampla e coletiva, estendendo o adicional para toda a categoria”, observa.


Por que  Drogarias e farmácias também são ambientes insalubres?

Segundo Fábio Garcia, farmacêutico e diretor de Saúde do Sinfar-SP, os empregadores são obrigados a contratar empresas especializadas para identificar prováveis riscos ambientais e à saúde dos trabalhadores. "Os laudos técnicos produzidos pelas empresas levam em conta critérios qualitativos e não quantitativos. Com isso, eles negam o fato de que apenas uma única aplicação de injetáveis, por exemplo, pode expor o farmacêutico ao risco de contaminação”, explica.

E ainda, farmácias e drogarias são prestadoras de serviços de saúde, e dessa forma, pela Norma 32, que regulamenta a segurança nesses locais,  deve ser fixada a insalubridade. O que ocorre é que gera um conflito por ser também uma atividade comercial.

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Por dentro da Pauta de Reivindicações dos Farmacêuticos de Hospitais e Laboratórios

Categoria reivindica mudança no índice para reajuste salarial e aumento real de 5%

30. August 2018
Com a data base dos farmacêuticos de hospitais e laboratórios  - 1º de setembro e outubro - se aproximando, no dia 14 de agosto, o SINFAR-SP recebeu em sua sede profissionais destas áreas para a construção da Pauta de Reivindicações, que foi protocolada ao Sindicatos Patronais, Sindhosfil (Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo) e Sindhosp (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo), para negociação anual de reajuste e relações de trabalho.

As propostas aprovadas pela categoria levaram em conta necessidades dos profissionais nas experiências do cotidiano mais os resultados da pesquisa lançada pelo SINFAR-SP no mês de julho, que identificou os seus anseios e urgências em sua atuação, como o combate ao assédio - por meio da criação de comissões nas empresas e hospitais para identificar as causas frequentes e prestar assistência aos trabalhadores assediados, do desvio e acúmulo de funções (quando o profissional exerce atividades concomitantes ou diversa àquelas em que ele foi contratado), além de direitos que avançam em todo o mundo, como a licença maternidade de 180 dias e paternidade de 10 dias, escalas de 12 x 36 (com previsão de folgas) e adicional por insalubridade e responsabilidade técnica. Confira quadro abaixo.

Em um período pós Reforma Trabalhista, com a precarização das relações de trabalho, em que direitos conquistados são retirados e ameaçados em diversas áreas de atuação, foi ressaltado que os farmacêuticos reivindicam a manutenção de todas as garantias já aprovadas em anos anteriores.

"Essa cláusula é importante de ser ressaltada na PAUTA da categoria, uma vez que a  reforma trabalhista determinou que  as garantias da convenção coletiva só têm aplicação durante a sua vigência, necessitando de nova negociação  para ser reconquistada", explica Fabio Angelini, advogado do SINFAR-SP.


Reajuste Salarial
Sobre o reajuste salarial, os profissionais propõe a mudança de índice de correção mais o aumento real de 5%. Atualmente, os salários são corrigidos anualmente com base no  INPC/IBGE, que não revela os dados de consumo e despesas de forma completa.
Dessa forma, o SINFAR-SP defende que seja adotado o ICV/DIEESE, por ser mais factível para a atualização salarial, uma vez que avalia estrutura de finanças familiares, registro de renda, ocupação, educação e moradia.
Já para o aumento real foi levado em consideração a qualificação técnica e científica do profissional da área. “Devido à responsabilidade e o compromisso dos seus atos, além da extensão  de seu trabalho, o farmacêutico têm direito a um salário justo e digno à complexidade de sua função ”, apontou Renata Gonçalves, secretaria geral do SINFAR-SP.

Próximo passo

O Sindicato patronal ainda não respondeu às reivindicações dos farmacêuticos, nem agendou reunião de negociação com SINFAR-SP. Do lado dos trabalhadores, a entidade irá ampliar a luta no setor da saúde, uma vez que todos os profissionais vivem desafios atualmente.
“ Esse é um momento que exige que os profissionais de saúde de diversas áreas se unam para unificar a luta em defesa de melhores condições de trabalho e renda, e acima de tudo garantir os direitos já conquistados com muita luta não sejam retirados”, acrescenta Renata.

CONFIRA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

FARMACÊUTICOS EM HOSPITAIS, CLÍNICAS, SANTAS CASAS, OSS, LABORATÓRIOS DE PESQUISAS, ANÁLISES CLÍNICAS E ESTABELECIMENTOS FILANTRÓPICOS
MANUTENÇÃO DE TODAS AS GARANTIAS


REAJUSTE SALARIAL PELO ICV/DIEESE + AUMENTO REAL DE SALÁRIO DE 5%
JORNADA DE TRABALHO MÁXIMA DE 40 HORAS SEMANAIS
ESCALAS 12 x 36 - COM PREVISÃO DE FOLGAS
LICENÇA MATERNIDADE 180 DIAS – PATERNIDADE 10 DIAS
COMBATE AO ASSÉDIO MORAL E DESVIO DE FUNÇÃO
PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS
INSALUBRIDADE
ADICIONAL POR RESPONSABILIDADE TÉCNICA
REMUNERAÇÃO PELO DIA DO FARMACÊUTICO
VALE REFEIÇÃO DIÁRIO
HOMOLOGAÇÃO DE RESCISÃO NO SINFAR-SP
ABONO DE FALTAS PARA CURSOS, SEMINÁRIOS, EVENTOS DA PROFISSÃO

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Reunião com Sinconforma termina novamente com impasse sobre o reajuste salarial

Farmacêuticos rejeitam nova proposta patronal de 2,5%

3. September 2018
Nessa quinta-feira, 30 de agosto, aconteceu na sede do SINFAR-SP a reunião com o Sindicato Patronal, Sincorfarma, para debater alguns impasses na negociação sobre a Pauta de Reivindicações de 2018/2019.
 
Com a presença dos presidentes dos sindicatos, Glicério Maia e Natanael Aguiar Costa e dos advogados Fábio Angelini , do Sinfar e André Bredan Jahr, pelo Sincofarma, o encontro focou nos pontos de discordância entre as entidades, principalmente na questão do Reajuste Salarial.
 
“A nossa pauta de reivindicações da categoria pontua pelo reajuste salarial ICV/DIEESE – apurado em 4,21% - e aumento real de salário de 5%, acima da inflação. Na última reunião foi ofertado o índice de 2% - negando qualquer estatística inflacionária no período”, explicou Angelini.
 
Nesta nova reunião, o Sincofarma apresentou a proposta de 2,5%. “Os cálculos foram feitos em cima do aumento de preços de medicamentos em 2,09%, 2,47% ou 2,84% pela Câmara Técnica de Regulação de Medicamentos (CMED), além de fatores que impactaram o mercado este ano, como a greve dos caminhoneiros”, apontou Jahr.
 
O aumento irrisório só fortalece as anomalias dos salários dos farmacêuticos. “Negar aumento real de salário e até mesmo o reajuste inflacionário quando o setor cresce como “economia chinesa” é um sinal de intransigência, é um retrato de todo cenário que enfrentamos hoje, de exploração da mão-de-obra e nenhum investimento”, observou Maia,  presidente do Sinfar-SP.
 
A proposta do aumento de 2,5% foi negada pela categoria e agora é preciso aguardar uma nova rodada de negociações. Nesta quarta-feira, 05.09, os farmacêuticos irão se reunir na sede do SINFAR-SP, às 10h, para definir estratégias de mobilização para exigir uma nova proposta de reajuste do sindicato patronal.
 
Manutenção dos direitos
 
O Sincorfarma negou as reivindicações sobre ampliação da licença paternidade, de 5 para 20 dias e licença de 12 dias para reciclagem tecnológica, sob a alegação de que esses dois pontos impactam diretamente na rotina das farmácias, que estão impossibilitadas de ficar tanto tempo sem a presença do profissional.
 
Para o presidente do SINFAR-SP, a atualização dos profissionais de farmácias e drogarias é um item essencial para o cumprimento da sua função dentro desses locais.
 “Qualificar o farmacêutico para que as drogarias e farmácias se tornem verdadeiros estabelecimentos de saúde é essencial”, afirmou o presidente do SINFAR-SP

Contrato de experiência
Na última reunião, o Sincorfarma propôs aumentar o perído de 60 para 90 dias de experiência. “A extensão do período probatório representaria a supressão de direitos do trabalhador farmacêutico. Sabemos da posição majoritária da incompatibilidade de estabilidades (gestantes, doença) no período de experiência, que a extinção do contrato de experiência pelo prazo não garante ao trabalhador a multa rescisória, entre outros direitos”, explicou Angelini.
 
Para o SINFAR-SP o período estabelecido na norma coletiva de 60 dias é juridicamente perfeito e razoável.
 
Leite em pó e medicamentos a preço de fábrica
 
A reivindicação patronal de atualização da cláusula tinha como objetivo inserir a seguinte expressão: “as empresas que possuem política própria de desconto ficam excluídas do cumprimento da cláusula”.
 
Para o SINFAR-SP, o fato da empresa possuir política própria, não garante, muito pelo contrário, as condições mínimas estabelecidas do trabalhador adquirir produtos pelo preço de fábrica. “Não são poucas as denúncias recebidas pelo SINFAR de descumprimento da norma pelos patrões e, invariavelmente, estas empresas implantam suas políticas próprias muito distante do previsto na convenção coletiva”, explica Angelini.
 
A  Comissão de Negociação SINFAR deliberou sobre esse ponto a seguinte atualização:
 
a)            Estender o benefício de aquisição pelo preço de fábrica às fraldas e demais itens comercializados no estabelecimento.
 
b)           O parágrafo único deverá conter: “as empresas que possuem política própria de desconto ficam excluídas do cumprimento da cláusula, deste que, garantam, minimamente, a aquisição de itens pelo farmacêutico no preço de fábrica”.
 
Homologações no Sindicato
 
O Sindicato Patronal segue com a sua proposta de excluir a cláusula de garantia de assistência do sindicato nas homologações, uma vez que a reforma trabalhista retirou essa obrigatoriedade.
 
O SINFAR-SP, por sua vez, segue defendendo a manutenção da assistência da homologação, uma vez que um levantamento efetuado pelo departamento jurídico do SINFAR-SP, revelou que a cada 10 homologações, cerca de 5, ou seja, metade, são realizadas lavrando ressalva pelo homologador. A maior parte das ressalvas tem suas pendencias resolvidas, evitando assim, demandas judiciais desagradáveis ao empregador e ao trabalhador.
 
“Assim, por representar a redução de proteção aos farmacêuticos, por ser um mecanismo importante na solução de conflitos (tanto para o patrão como para o trabalhador) e por ter como objetivo afastar o trabalhador do sindicato, enfraquecendo cada vez mais a entidade e o direito do trabalhador”, finalizou Angelini.

 

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Nota do SINFAR SP sobre Proposta do Sincofarma para CCT 2018

Entidade emite nota após reunião com categoria

13. September 2018
Nessa quinta-feira, 13.09, após reunião de estratégias de mobilização, os profissionais farmacêuticos do varejo seguem contrários à proposta patronal de 2,5 % de reajuste salarial para este ano. Além disso, repudiam veementemente o índice proposto, uma vez que se configura abaixo da inflação, somado ao fato da alegação da mobilização dos caminhoneiros no período, bem como o reajuste dos medicamentos. É de conhecimento de todos e amplamente divulgado pelo Sincofarma e pelas Associações, os lucros das farmácias e drogarias no atual momento, sendo assim, não há impedimento para que o reajuste baseado na realidade inflacionária e mais um aumento real seja acordado.

Da mesma forma, que inserir cláusulas no direito aos farmacêuticos à compra de leite em pó e medicamentos a preço de fábrica, retirando as empresas que possuem política de descontos dessa prática, corta mais um benefício do trabalhador e comprova um profundo descaso com os profissionais que tanto cooperam para o bom funcionamento dos estabelecimentos. 

Também é inaceitável, que são tempos de luta por equiparação de direitos entre mulheres e homens, é inaceitável que  a ausência justificada para acompanhamento de filhos ao médico não seja estendida também ao pai. Assim segue também o debate sobre a licença paternidade de 5 dias e o período de licença maternidade para 180, que representam movimentos mundialmente reconhecidos que primam pela melhor qualidade de vida e é indemissível que os farmacêuticos não tenham acesso a esses direitos.

A categoria repudia também a proposta de retirada assistência na homologação, uma vez que apenas desfavorece os profissionais nas rescisões contratuais, já que esses não contarão com supervisão para assegurar direitos. O sindicato patronal, assim, aproveita da reforma trabalhista e intensifica a precaridade nas relações de trabalho.

Dessa forma, o SINFAR-SP segue em mobilização e em luta por uma proposta de acordo com a realidade dos índices econômicos e por direitos que tornam a vida desses profissionais melhores, uma vez que possuem responsabilidades técnicas e jornadas, muitas vezes, exaustivas nesses estabelecimentos.
É muito importante que todos farmacêuticos sigam juntos nessa luta, com a consciência de que é necessário estar unidos para transformar esse cenário. 

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SINFAR-SP repudia decreto do prefeito que precariza fiscalização em farmácias e drogarias

Entidade reivindica apoio de organizações para revogação da medida devido aos inúmeros efeitos prejudiciais à saúde pública

27. September 2018 No último dia 14, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, publicou o decreto municipal nº 58419 que altera a classificação de atividades consideradas de alto risco - que requerem normas de segurança e vigilância sanitária, como o comércio de medicamentos e drogas de uso veterinário, comércio varejista de produtos farmacêuticos - com e sem manipulação de fórmulas - e também para fármacos homeopáticos.

A alteração, segundo o texto publicado na edição do dia 15 de setembro do Diário Oficial, tem o objetivo de reduzir e simplificar os procedimentos de registro e legalização de empresas e negócios. Porém, para o SINFAR-SP, vai muito além de um incentivo às atividades comerciais e se traduz em total desprezo às normas sanitárias para a implantação de um estabelecimento como as farmácias, que requerem cuidados específicos quanto às condições de estrutura para armazenamento de medicamentos e para oferecer serviços farmacêuticos. “O decreto visa apenas a ordem mercadológica das farmácias e drogarias, em detrimento ao seu caráter de estabelecimento de saúde”, avalia Fabio Angelini, advogado do SINFAR-SP.

Conforme publicado em nota de repúdio da entidade,o decreto  contrariar a Lei Federal nº 5991/73 e nº 13.021/14, Normas do Ministério da Saúde (ANVISA) e Código de Defesa do Consumidor”, que diferencia as farmácias e drogarias dos estabelecimentos comerciais.

O SINFAR-SP protocolou pedido para suspensão do decreto e notificou associações para apoio nessa mobilização.  “Vamos pressionar essas entidades pela revogação da medida e também podemos ajuizar medidas judiciais para garantir que as normas de segurança sejam mantidas”, diz Angelini.


Mudanças
O primeiro impacto desta alteração de classificação - de alto para baixo risco - é que os estabelecimentos que comercializam medicamentos não contarão mais com a necessidade de inspeção sanitária e as normas e arcabouço legal aprovado para funcionar.

“Assim qualquer unidade pode ser inaugurada à revelia da fiscalização, bastando, tão somente, formalidades burocráticas e pagamento de taxas”, esclarece Angelini.

Também, dessa forma, vai de encontro a autorização previamente aprovada pelo Conselho Federal de Farmácia ( 654/2018)  que autoriza os serviços de vacinação nas farmácias e drogarias.

“As regras para a vacinação são rígidas e concedidas após criteriosa fiscalização sanitária nos locais, sendo assim, um avanço conquistado para a saúde da população, agora sofre ameaças por alterações  que privilegiam apenas interesses comerciais”, acrescenta Renata Gonçalves, secretária geral do Sinfar-SP.
Por outro lado, o SINFAR-SP, como entidade que atua em defesa do trabalhador farmacêutico, alerta que a dispensa de fiscalização prévia coloca em risco a saúde da população e dos trabalhadores dos estabelecimentos.

Atividades Impactadas com o Decreto

Vacinação

Atenção Farmacêutica

Aferição dos Parâmetros Fisiológicos e Bioquímicos

Perfuração de lóbulo auricular para colocação de brincos



Associações procuradas pelo SINFAR-SP para apoio à suspensão do Decreto

À Comissão de Saúde, Promoção Social, Trabalho e Mulher da Câmara Municipal de São Paulo.

Ao Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo

À Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)

À Coordenadoria de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal Saúde de São Paulo (COVISA)

Ao Centro de Vigilância Sanitária Estado de São Paulo (CVS)

Ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC)

Ao Ministério Público do Estado de São Paulo – CAO – Saúde Pública

Ao Conselho Nacional de Saúde (CNS)

Ao Conselho Municipal de Saúde

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Farmacêuticos rejeitam as propostas dos sindicatos patronais hospitalares e laboratoriais

Categoria se reuniu no dia 20.09, no SINFAR-SP

1. October 2018 Em assembleia realizada no dia 20 de setembro, na sede do SINFAR-SP, os farmacêuticos rejeitaram as propostas dos sindicatos patronais (SINDHOSFIL) de São Paulo, Santos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e Vale do Paraíba e reiteraram que os trabalhadores não aceitam reajuste abaixo da inflação e retirada de direitos. O Sinfar-SP já oficiou os sindicatos patronais sobre a deliberação da categoria.

A Pauta de Reivindicações, que foi protocolada aos Sindicatos Patronais, Sindhosfil (Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo) e Sindhosp (Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo), propunha uma mudança de índice de correção mais o aumento real de 5%. Atualmente, os salários são corrigidos anualmente com base no  INPC/IBGE, que não revela os dados de consumo e despesas de forma completa.

Em resposta, os Sindicatos Patronais ofereceram procentagens de reajustes de salário que não cobrem minimamente a inflação. É importante lembrar que o SINFAR-SP defende que seja adotado o ICV/DIEESE, por ser mais factível para a atualização salarial, uma vez que avalia estrutura de finanças familiares, registro de renda, ocupação, educação e moradia.

Nenhum Direito a menos!

As propostas aprovadas na Pauta de Reinvidações do SINFAR-SP levaram em conta necessidades dos profissionais nas experiências do cotidiano mais os resultados da pesquisa lançada pelo próprio sindicato no mês de julho, que identificou os seus anseios e urgências em sua atuação, como o combate ao assédio - por meio da criação de comissões nas empresas e hospitais para identificar as causas frequentes e prestar assistência aos trabalhadores assediados, do desvio e acúmulo de funções (quando o profissional exerce atividades concomitantes ou diversa àquelas em que ele foi contratado), além de direitos que avançam em todo o mundo, como a licença maternidade de 180 dias e paternidade de 10 dias, escalas de 12 x 36 (com previsão de folgas) e adicional por insalubridade e responsabilidade técnica.

Nenhuma destas reivindicações foi aceita pelos Sindicatos patronais e o SINFAR-SP continuará o debate.

Pauta de Reinvidações

FARMACÊUTICOS EM HOSPITAIS, CLÍNICAS, SANTAS CASAS, OSS, LABORATÓRIOS DE PESQUISAS, ANÁLISES CLÍNICAS E ESTABELECIMENTOS FILANTRÓPICOS

MANUTENÇÃO DE TODAS AS GARANTIAS

REAJUSTE SALARIAL PELO ICV/DIEESE + AUMENTO REAL DE SALÁRIO DE 5%

JORNADA DE TRABALHO MÁXIMA DE 40 HORAS SEMANAIS

ESCALAS 12 x 36 - COM PREVISÃO DE FOLGAS

LICENÇA MATERNIDADE 180 DIAS – PATERNIDADE 10 DIAS

COMBATE AO ASSÉDIO MORAL E DESVIO DE FUNÇÃO

PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS

INSALUBRIDADE

ADICIONAL POR RESPONSABILIDADE TÉCNICA

REMUNERAÇÃO PELO DIA DO FARMACÊUTICO

VALE REFEIÇÃO DIÁRIO

HOMOLOGAÇÃO DE RESCISÃO NO SINFAR-SP

ABONO DE FALTAS PARA CURSOS, SEMINÁRIOS, EVENTOS DA PROFISSÃO

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Convocação para Assembleia de Farmacêuticos Hospitalares e Laboratoriais

No dia 14 de agosto acontecerá na sede do SINFAR a Assembleia de Farmacêticos Hospitalares e Laboratoriais. A primeira chamada está macarda para as 17h30.

10. August 2018

 No dia 14 de agosto acontecerá na sede do SINFAR a Assembleia de Farmacêticos Hospitalares e Laboratoriais. A primeira chamada está macarda para as 17h30.
Na oportunidade serão debatidas e aprovadas propostas para as Pautas de Revindicações de Revindicações Econômicas e Sociais de 2018.
Confira o Edital: 

 

Participe da pesquisa

As datas-base das Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) são: 1º de setembro para farmacêuticos de Santas Casas, OSS e hospitais filantrópicos e 1º outubro para farmacêuticos que atuam em hospitais privados, clínicas, casas de saúde e laboratório de pesquisa/análises clínicas.

Neste ano o SINFAR-SP está utilizando este formulário com o objetivo de ouvir as farmacêuticas e farmacêuticos trabalhadores da área hospitalar a cerca do cumprimento da Convenção Coletiva de trabalho vigente e os anseios para uma nova CCT, antes da realização da Assembleia, como forma de ampliar a participação dos colegas.

A participação presencial nas assembleias é de extrema importância para a representatividade no processo de negociação entre os sindicatos.

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